Histórico

Prós e contras

Adriano Justino
20/08/2006 23:32
A psicoterapeuta Cristiane Zevir aponta o lado bom da relação com os animais de estimação e quando ela deixa de ser saudável.
O bom do animal de estimação
• Para crianças, desenvolve o senso de responsabilidade e cuidados, além da afetividade e do vínculo.
• É uma companhia para o dono ou toda a família.
• Favorece a prática do exercício físico, pois obriga o dono a passear com ele (no caso de cachorros).
• Promove momentos de união da família, quando todos brincam juntos com o animal.
• Estimula a negociação entre os membros da família: quem vai cuidar do que em qual momento. No caso de uma família, os cuidados não devem ser responsabilidade de uma só pessoa.
Passa a ser ruim quando
• O relacionamento com o animal substitui os interpessoais.
• As pessoas preferem conviver com animais porque é mais fácil, já que eles não respondem.
• Quando um dos membros se apega demais, pode causar problemas de relacionamento.
• Cria uma dependência tão grande que a pessoa deixa de sair e viajar por causa do animal.
Antes de decidir por um animal
• O zootecnista Paulo Renato Parreira diz que o ideal é que o animal não fique sozinho. “Quem fica fora de casa das 6 da manhã às 11 da noite não tem nem porque ter um animal.” Nesse caso, se o orçamento permitir, ele recomenda dois, para fazerem companhia um ao outro.
• Lembre-se que gatos, apesar de mais independentes, também gostam de companhia.
• Faça um levantamento de custos, incluindo alimentação, vacinas, vermífugos, higiene e veterinário.
• Pesquise qual é a melhor raça para seu caso. “Não adianta querer um cão de raça ativa se for ficar o dia todo sozinho ou em apartamento.” (EB)