As 10 Bobagens mais Comuns que as Pessoas Inteligentes Cometem e Técnicas Eficazes para Evitá-las
Arthur Freeman e Rose DeWolf
Editora Guarda-Chuva
O terapeuta cognitivo e a jornalista apresentam técnicas para combater pensamentos contraproducentes – como catastrofismo, perfeccionismo e mania de perfeição – e ter mais controle sobre a sua própria vida, trabalho e relacionamentos pessoais.
Os Maias
Alberto Beutenmüller e Wanderley Loconte
Editora Saraiva
A obra infanto-juvenil reconta a história do povo maia através da literatura. Kin, um filho de lavrador, fica amigo de Zuvuya, um príncipe maia. Mas nesta antiga civilização o contato entre nobres e lavradores não era permitido e eles têm de decidir se respeitam ou se mudam a tradição.
O Apanhador no campo de centeio
J. D. Salinger
Mais de 50 anos depois de lançado, ainda é uma das mais marcantes obras da literatura norte-americana contemporânea. Com um naturalismo muitas vezes perturbador, Salinger conta a história de um adolescente de 17 anos, inconformado, entediado e extremamene autêntico. Ele se ressente da hipocrisia que cerca os colegas e a escola em que estuda e da qual foi expulso. O livro narra os poucos dias em que esse filho de burgueses nova-iorquinos vaga pela metrópole enquanto não se apresenta aos pais na qualidade de um ex-estudante. Ele tem os encontros típicos da noite – prostitutas, álcool, cigarro –, que não o atingem de forma dramática. Estamos falando de alguém cuja inteligência é capaz de derrubar as hipóteses mais arraigadas da sociedade – ele despreza cinema, atletismo, garotas idiotas (só as idiotas). Mas tem no amor à irmã o contraponto à amargura que cultiva em relação ao mundo. Enfim, um rebelde sem causa, que mantém de forma avessa e depressiva o romantismo da juventude. Por isso a importância e simbolismo do livro.
Danielle Brito
“Eram elas as senhoras-donas, ali no beco do Calabrote. Quem transitasse pelo beco, tivesse cuidado… Passasse quieto e bonzinho. Não se engraçasse nem fizesse cara de pouco. E quem fosse de entrar, empurrasse a porta de dentro, com fala curta e dinheiro pronto. Escândalo de mulher-dama não dava; nunca deu; também, nunca foram levadas, como tantas, para capinar na frente da cadeia. Família de respeito podia passar toda hora, não via nada. Macho, porém, que não se fizesse de besta… Eram donas e autoridade no beco. O beco era delas. E tinham prestígio.”
De Estórias da Casa Velha da Ponte,
de Cora Coralina.
“Estou estudando as terapias energéticas corporais. Desde as bases dos trabalhos de Reich, simbolismo e física quântica. Um dos títulos que estou lendo agora é Medo da Vida, de Alexandre Lowen, que faz uma análise surpreendente sobre destino e escolhas que fazemos no dia-a-dia.”
Angélica Sanches, estilista.


