Quem vai à Cidade do Cabo, segunda maior cidade da África do Sul, de cara se vê em uma espécie de Rio de Janeiro africano. O passeio à montanha da Mesa (Table Montain) equivaleria ao cartão-postal carioca Pão de Açúcar. E as semelhanças não param por aí. As montanhas no meio da cidade e o recorte das baías e praias (de água muito fria) prometem fazer com que os brasileiros se sintam em casa.
As operadoras ainda estão preparando as opções de passeios a serem incluídos nos pacotes da Cidade do Cabo, mas, na certa, os pontos turísticos clássicos não ficarão de fora. “A visita ao Cabo da Boa Esperança e um passeio pelas vinícolas, com certeza, entrarão nos roteiros”, garante Douglas de Presto, da Pallas.
Quem não é adepto de temperaturas muito baixas (lembre-se que, como aqui, na África também é inverno entre junho e julho), Durban pode ser uma escolha melhor, com 17ºC de média no inverno. A cidade é ideal para quem tem interesse em conhecer o lado mais exótico da África e se imagina em passeios diferentes, como safáris e trilhas nas montanhas. Além disso, Durban tem a maior população indiana da África do Sul e belas praias banhadas pelo Oceano Índico. Já o estádio de futebol Moses Mabhida, na realidade, em Umhlanga (a 20 minutos de Durban), deve ser uma atração à parte. Em formato de xícara, com um belo arco, o lugar é considerado um dos mais arrojados dentre os estádios da Copa.
Colunistas
Agenda
Animal


