Não basta visitar os pontos turísticos ou fazer passeios simplesmente. Tudo faz sentido quando o visitante se remete ao passado e percebe estar no palco de fatos determinantes da história e literatura brasileira. Minas Gerais é assim. Oferece uma diversidade de atrações e experiências que encantam os visitantes. A história se torna realidade. Confira.
Tiradentes (foto 1):
A cidade nasceu em 1702, a partir do Arraial da Ponta do Morro, erguido por bandeirantes paulistas. Em 1718, durante o governo do Conde de Assumar, passou a se chamar Vila de São José Del-Rei, em homenagem ao príncipe português D. José. Em 1889, com a Proclamação da República, ganhou o nome atual, em homenagem a Joaquim José da Silva Xavier.
Ouro Preto – Vila Rica (foto 2):
Ninguém sabe ao certo quem descobriu as primeiras pedrinhas de ouro.
Sabe-se apenas que foi por volta de 1693 e 1698 e que, de certo, o descobridor ficou curioso com as pedrinhas escuras encontradas no rio Tripuí. Em 1720, quando a capitania de Minas tornou-se autônoma, a capital foi transferida para Ouro Preto, então chamada Vila Rica. E foi Vila Rica o principal palco da famosa Conjuração Mineira, pois a maioria dos inconfidentes lá viveu e conspirou. No período republicano, em 1897, a capital do estado de Minas Gerais foi transferida para Belo Horizonte e a cidade passou por uma fase de esvaziamento e abandono, o que, paradoxalmente, levou à conservação do seu conjunto arquitetônico colonial.
Mariana (foto 3):
O início da povoação da região onde hoje é Mariana aconteceu com os bandeirantes, a partir de 1696. Os exploradores se instalaram às margens do Ribeirão de Nossa Senhora do Carmo, onde fizeram as primeiras descobertas de ouro. Só em 1745 Mariana foi elevada à categoria de cidade e recebeu o seu nome atual, em homenagem à rainha de Portugal, Dona Maria.
Congonhas (foto 4):
O nome Congonhas vem da planta que os índios chamam de Congõi, que em tupi significa “o que sustenta, o que alimenta.” As primeiras informações sobre a origem do povoado de Congonhas datam de 1734, quando, com as descobertas de ouro em grande quantidade, foram se estabelecendo novos povoados às margens do rio Maranhão. Foi a iniciativa do português Feliciano Mendes que fez com que a cidade entrasse para sempre na lista de patrimônio arquitetônico e artístico do país.
São João del-Rei (foto 5):
A vocação para o comércio adquirida, com o esgotamento das reservas auríferas a partir da segunda metade do século 18, fez com que a cidade se mantivesse em permanente mudança. Situada no caminho da Estrada Real, entre Paraty e Vila Rica (atual Ouro Preto), foi um importante pólo de troca de mercadorias, condição que durou até o século 19.
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