Turismo

Curitiba é um dos melhores destinos para hospedagens de luxo

Da redação
21/07/2016 11:00
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Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.

Com as férias de julho, muitos brasileiros ainda estão à procura de viagens baratas para fins de semana ou de uma diária de luxo para uma ocasião especial. Para ajudar os consumidores a encontrar as melhores opções, com custos atraentes, a Hoteis.com acaba de divulgar a pesquisa Hotel Price Index (ou HPI). Com base nos preços médios pagos* em 2015 por viajantes ao redor do mundo, esse relatório global conta com uma seção sobre a classificação por estrelas dos estabelecimentos.
Engana-se quem pensa que estadias em hotéis de luxo comportam valores muito elevados. As médias mais baixas em acomodações 5 estrelas foram registradas no Brasil, onde os preços médios em Brasília e Natal foram respectivamente de R$ 356,00 e R$ 496,00 por noite. Para se ter uma ideia, o valor de apenas uma noite em um hotel com a mesma classificação em Los Angeles (R$ 1.894) era equivalente a cinco noites na capital brasiliense. As cidades de Salvador (R$ 589,00) e Curitiba (R$ 606,00) também foram competitivas no que diz respeito aos destinos domésticos. No exterior, as cidades com as melhores relações custo-benefício foram Porto (R$ 502,00), Lisboa (R$ 536,00), Bruxelas (R$ 556,00), Berlim (R$ 598,00), Praga (R$ 599,00) e Istambul (R$ 609,00).
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Veja a seguir os 10 principais destinos com os melhores preços médios pagos por noite, por viajantes brasileiros, em hotéis de 5 estrelas, em 2015:
Para os viajantes com orçamentos mais apertados, a opção foi ficar em hotéis com classificação mais baixa. Com um preço médio de até R$ 500,00, os brasileiros reservaram hotéis 4 estrelas em 26 destinos populares no Brasil e exterior, como América Latina, Europa, Ásia e Estados Unidos. Entre eles, as cidades com maior destaque foram o Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, Santiago, Bogotá e Montevidéu, além de Atenas, Viena, Bangkok e Las Vegas.
Na categoria 3 estrelas, a lista começa com Sydney, na Austrália, seguida por Orlando, nos EUA, com seus parques temáticos, e pelas cidades europeias de Veneza e Paris. Entre as opções menos tradicionais estão a ilha tailandesa de Ko Phi Phi, a capital escocesa, Edimburgo, a cidade canadense de Vancouver e a luxuosa cidade de Dubai.
Em relação aos destinos nacionais, os viajantes brasileiros pagaram menos por hotéis 5 e 4 estrelas, reforçando a opção de obter mais luxo pelo melhor preço possível. Entre as quedas de preços pagos mais acentuadas estão destinos como Brasília e Rio de Janeiro, que tiveram uma diminuição nas duas principais categorias de estrelas. A média de preço para hotéis 4 estrelas em Belo Horizonte foi a que apresentou a maior queda. Salvador também apresentou uma diminuição nessa categoria.
Veja a seguir os destinos nacionais onde os preços pagos por viajantes brasileiros em hotéis de luxo apresentaram as maiores quedas entre 2015 e 2014:
“Para os viajantes que gostam de pesquisar o melhor preço, a principal dica é: se o valor for mais importante do que a localização, algumas acomodações 5 estrelas em destinos menos populares podem ser reservadas pelo mesmo valor do que estabelecimentos com classificações por estrelas mais baixas em destinos mais procurados”, afirma Juan Pasquel, Diretor de Marketing da Hoteis.com para a América Latina.
Subir uma categoria pode não custar tanto quanto o consumidor imagina, assim como diminuir uma estrela pode significar, em alguns casos, uma pequena economia, especialmente se as comodidades oferecidas em função da estrela extra não forem essenciais para a estadia do viajante.
Finalmente, vale lembrar que não há um sistema de classificação universal. Cada país tem seu próprio sistema e, em alguns casos, como o Reino Unido, eles podem ser mais de um. Isto significa que os viajantes devem estar cientes de uma possível disparidade de normas e instalações no momento da reserva de quartos com a mesma classificação por estrelas em diferentes países.
*Valores médios realmente pagos por viajantes, por dia, em hotéis, incluindo impostos e taxas.