Com pai e irmão médicos e uma irmã que estuda medicina, o engenheiro está mais do que informado sobre as medidas preventivas e riscos de contaminação. “Pretendo levar máscara e álcool para lá. Até porque, no estádio, talvez a máscara seja necessária e, quando formos ao cassino, é preciso ficar limpando a mão – já que vamos pegar em fichas e coisas que muitas pessoas pegaram”, diz.
Sem baladas
Ainda como precaução, Tauchmann vai excluir baladas aglomeradas da programação e não pretende comer alimentos vendidos na rua. “Uma coisa importante é que existe uma diferença muito grande em pegar a gripe e morrer por conta dela. Então não há motivo para alarde. Mas, de qualquer forma, o lance é torcer para que o Brasil jogue bem e faça valer a pena o risco que a gente vai correr (risos). Ah! Seria bom a gente também ter sorte no cassino!”, brinca o engenheiro.
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