Praga é uma das capitais europeias em que dá para ficar uma semana sem repetir programa – ou com folga na agenda para voltar aos lugares favoritos, se esse for o seu estilo. Como bate-voltas, as cidades de Cesky Krumlov, patrimônio da Unesco, e Karlovy Vary, repleta de fontes termais, são escolhas certeiras.
As ruazinhas e construções medievais da staré mesto – “cidade velha” em checo – fazem pensar em um bairro cenográfico, de tão bonitas e fotogênicas. O coração turístico da região é a Praça da Cidade Velha: estão lá a prefeitura antiga, sua torre de quase 70 metros onde vale a pena subir para fotografar as pontiagudas torres góticas da Catedral de Tyn, e o performático relógio astronômico.
Do século 14, a ponte é a mais antiga sobre o Rio Vltava – que está para Praga assim como o Sena para Paris. Enfeitada com esculturas seculares e cadeados atados ali por casais apaixonados, a ponte tem 515 metros de extensão acessíveis apenas a pedestres. É considerada o ícone máximo do amor na cidade que já tem, ela mesma, fama de romântica.
Espremido entre a Ponte Carlos e o Castelo de Praga está o lindo bairro de Malá Strana. Cheio de ladeiras sinuosas e beneficiado pela proibição de novas construções, que vigora desde o fim do século 18, preserva uma atmosfera tranquila. Local de restaurantes e artesanato mais interessante do que o disponível no centro.
A monumental construção no ponto mais alto de Malá Strana é mais que um castelo: trata-se de uma minicidade dentro dos muros, um complexo com edifícios religiosos, fortalezas, residências e prédios de escritórios. Tudo isso começou a ser erguido no século 9 e vem sendo constantemente aumentado desde então. Ponto alto da visita, a Catedral de São Vito é dona das deslumbrantes torres góticas que podem ser vistas de vários pontos de Praga.
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