Em Berlim, as pessoas poderão percorrer, a pé ou de bicicleta, toda a extensão do muro, observar fragmentos e manifestações artísticas, diz Adriana. Existe ainda opção de realizar visitas portando um aparelho multimídia guiado por GPS.
O que foi
O muro foi construído pelos soviéticos na madrugada de 13 de agosto de 1961 para separar o lado controlado pela União Soviética do controlado pelos demais aliados. Dele faziam parte 66,5 quilômetros de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas eletrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro provocou a morte de 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de fugir do lado comunista.
Próximo a Berlim está Potsdam que reserva aos seus visitantes o belíssimo Palácio de Cecilienhof e a Ponte Glienicker. A cidade é ponto de partida para as visitas guiadas com grupos para “Caminhos fronteiriços, patrimônio cultural da humanidade”.
Neste roteiro está a cidade de Leipzig, famosa por comemorar em todo 9 de outubro a ‘Noite das Luzes’. São movimentos artísticos, exposições de fotografia e eventos musicais. Tudo isso para relembrar o dia decisivo do que foi a ‘revolução pacífica’. No Museu da ‘Esquina curva’ o visitante também vai encontrar um pouco dessa história.
Outra dica são os inúmeros museus e centros de documentação histórica e cultural na cidade de Mecklenburgo Antepomerania. Destaque para o Museu Tutow, da Alemanha Socialista (DDR) e o Bunker Eichental.
Na cidade de Turingia, o Hotel Rennsteighöhe Reisenden mostra os sinais da DDR e oferece um pedaço da história incrivelmente real. Os hóspedes aprendem como se vivia em um bunker do antigo Ministro de Segurança da Alemanha Socialista.
Destaque também para o Point Alpha, uma das instalações fronteiriças da época da Guerra Fria e a mais importante de Turingia. Foi convertido em um museu e merece uma visita.
Serviço
Informações no site www.visitealemanha.com
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