A viagem a Tóquio pode começar por Ginza. No século 16, a área era um pântano. O governo imperial decidiu urbaniza-la e hoje se trata da região mais chique da capital do Japão. Uma espécie de Quinta Avenida local, dizem os nativos.
Quem passeia por ali, desde Hibiya até a Estação Central de Tóquio, tem a impressão de estar, literalmente, em um shopping center a céu aberto. As calçadas são lisas como um chão de granito. Achar uma ranhura no asfalto é praticamente impossível. As pessoas andam bem vestidas, como se estivessem entrando em um evento importante o tempo todo.
Como em todo bom shopping, há lojas de todo tipo. Mas os preços ali são de amargar. Em outras regiões da cidade há produtos bem mais em conta.
Quem gosta de arquitetura e de cinema, é impossível resistir a um passeio até o grande centro comercial da região, situado na Yon-Chome, uma esquina movimentadíssima e que aparece em três de cada quatro filmes sobre o Japão.
Além de lojas de grifes, há alguns símbolos da tecnologia japonesa. O mais importante é o Sony Building. Lá, o visitante conhece os principais produtos da marca e tem acesso a lançamentos que ainda nem chegaram no mercado.
Mais adiante está uma das mais fascinantes lojas de eletrônicos de Tóquio, a Bic Câmera. Sim, porque quem paga U$ 2 mil de passagens vai querer pelo menos economizar alguma coisa comprando produtos que, lá, são bem mais baratos do que no Brasil. A loja tem nove andares e eletrônicos de todo o tipo, sempre um passo à frente do que é disponível no mercado brasileiro. (RG)
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