Depois da viagem de ônibus, Breno pode relaxar no resort.
Fazia tempo que não andava de ônibus e fiquei bastante surpreso com o tratamento altamente profissional que esse tipo de transporte passou a oferecer. Partimos de Curitiba rumo a Cornélio Procópio na noite de uma quinta-feira, eu e o repórter fotográfico Antonio Costa, o Socó. Na boca da rodoviária, prontos para encarar o pinga-pinga (e como pingava, o maledeto!), ouvimos as instruções do motorista sobre a viagem (isso virou lei?), no melhor estilo “um dia vou fazer isso dentro dum avião”. Tenho tanta certeza disso porque foi exatamente o que o motorista tentou fazer logo depois que deixamos o Parque Barigui: voar.


