Embora ainda tenham pique para sair muito, a maioria confessa que a sua época de balada já passou e prefere os botecos e os bares com música ao vivo. Quem é comprometido também não dispensa um programinha mais íntimo, como sair para jantar. Os restaurantes asiáticos costumam ser os preferidos.
Nas raves, gente jovem e baladeira
Pior programa
Ficar em casa assistindo televisão é “proibido” para a maioria dos entrevistados dessa faixa-etária. Se não estão animados para uma supernoitada, costumam sair pelo menos para uma cerveja com os amigos ou para jantar.
Como as atividades profissionais costumam ocupar grande parte da semana, muitos confessam não ter a mesma disposição para grandes programas no sábado. Este não é o caso do comerciante Mário “Quinho” Fressato Jr., 28. “Saio quase todos os dias, mas às vezes diminuo o ritmo só para não cair na rotina”, conta.
De R$ 50 a R$ 200.
A música eletrônica predomina na noite
Em grupo ou sozinho?
A maioria não sai sozinho. Quando não saem com o(a) namorado(a), o marido ou a mulher, estão entre amigos.
Quem já passou dos 25 anos não tem a mesma paciência e, por isso, os locais com grandes filas na entrada são evitados.
Os que se limitam aos bares e aos restaurantes estão satisfeitos com o que a cidade oferece. Mas aqueles que ainda saem para dançar sentem falta de variedade e de apresentações ao vivo. Quinho, que costuma não perder nenhum show das bandas Denorex 80 e Nega Fulô, gostaria de ter outras opções. “Também queria que as casas noturnas fossem mais ecléticas e que não tocassem apenas um estilo de música.”


