Sapatilhas de ponta, saias de tule, um lago dos cisnes imaginário e uma trilha sonora de primeira. O balé sempre fez parte da fantasia da maioria das meninas desde muito cedo. Quem achava já ter passado da idade de se iniciar nos pas-de-deux, pode agora retomar o sonho de ser bailarino. A prática tem voltado à grade das escolas de dança e academias para atender o público adulto. Há ainda, segundo a bailarina e diretora artística do Vila Arte Espaço de Dança, Cintia Napoli, a dança contemporânea, muito mais livre e pautada na consciência corporal e social, na criatividade e na valorização do senso crítico. O modo particular de cada um dançar transforma-se em material criativo. A troca de experiências e os questionamentos são elementos importantíssimos que colaboram para que o movimento se torne uma ação consciente e não apenas uma repetição de passos aprendidos.
> Como o balé clássico parte de códigos preestabelecidos e o objetivo principal é a conquista da técnica perfeita, a trajetória para isso depende da reprodução, repetição e treinos diários. Pessoas de diferentes idades e portes físicos e com objetivos diversos podem praticar balé. Na dança contemporânea, esta adaptação de quem nunca dançou se dá de forma ainda mais simples.
> A escolha da modalidade, frequência do treinamento e o nível ideal são detalhes que deverão ser analisados a cada caso e estão diretamente ligados ao objetivo de cada aluno.
> É possível começar a dançar a partir dos 2 anos e meio de idade. E não há limites para parar ou iniciar a atividade tardiamente. Como se trata de uma técnica muito apurada, o aprendizado é de médio a longo prazo.
Onde dançar: Studio D1 e Vila Arte Espaço de Dança, contato@vilaartedanca.com.br e fone (41) 2333-8034.
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