Comportamento
Nesta Semana da Mulher, o Viver Bem se propôs a entender melhor a mulher, principalmente a curitibana. Depois de cinco dias trazendo temas ligados ao universo feminino, fechamos a nossa homenagem com este live blogging. Confira abaixo os comentários
Nossa homenagem começou no domingo, 4, com a matéria Em busca da feminilidade perdida. Nela, discutimos um pouco a trajetória da mulher nos últimos anos: da seriedade que precisou assumir ao entrar no mercado de trabalho – quando até suas roupas refletiam essa nova postura – aos dias de hoje, em que começamos a reassumir nossa essência.
Quem é a curitibana
Durante a semana divulgamos a pesquisa exclusiva que o Viver Bem encomendou ao instituto Paraná Pesquisas. Já na segunda, mostramos que a curitibana se sente feminina e considera importante ser assim, com 96% das respostas nesses dois itens. E 88% também acham que os outros a veem como tal.
Na terça-feira, 6, tocamos em um ponto essencial para a mulher: sua autoestima. Elas dizem que costumam se cuidar, com destaque para um hábito muito brasileiro: fazer as unhas (70% delas têm esse hábito). Na quarta-feira, mostramos o lado batalhador dessa mulher: 36% das curitibanas são as principais provedoras do lar. E outras 19% dividem essa responsabilidade com os maridos.
Nesta quinta foi dia de falar um pouco da vida amorosa, com um dado que nos surpreendeu: 60% das curitibanas estão felizes com esse departamento de sua vida. Não é pouco, e revela que muitas mulheres que estão solteiras ou sozinhas se sentem “muito bem, obrigada!”, já que as casadas somam apenas 43%.
A repercussão
Ao longo da semana, muitas mulheres se identificaram com os dados revelados pela pesquisa. Mas o que mais chamou a atenção da equipe do Viver Bem foi a quantidade de comentários masculinos. Muitos criticaram as mulheres, alguns até de forma excessivamente ofensiva.
Deve-se ressaltar que o objetivo das reportagens não era levantar bandeiras, mas mostrar quem é a mulher de Curitiba, divulgar os dados de uma pesquisa que mostra como ela se vê e se sente, quais são seus hábitos.
Defendemos o direito à livre opinião – tanto é que os comentários que não continham palavrões ou ofensas pessoais foram liberados. No entanto, não deixamos de ficar tocados pela falta de respeito demonstrada por muitos homens, mais um motivo para abrirmos este diálogo com vocês, leitores.
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