Comportamento

É na balada que eu vou…

Adriano Justino
12/06/2006 01:00
Quando ninguém pensa em namorar sério, quer mais saber de experimentar as coisas boas da vida e fugir dos compromissos, o cupido pode aprontar das suas. É justamente nessa fase que nascem muitos amores. Segundo o psicólogo Dionisio Banaszewski, esse comportamento despreocupado é o ideal para se encontrar boa companhia. Quando a gente está bem consigo mesmo, acaba sendo mais fácil encontrar outras pessoas. Tem muito amor de praia que acaba subindo a serra. E outros de balada que rendem amores para toda vida. Roberta Obladen, pedagoga, 25 anos, e Roberto Guerra, administrador, 26 anos, se conheceram num show da banda curitibana Denorex 80 há dois anos. “Quando parei na fila, um amigo meu foi cumprimentar o Roberto. Descobrimos que tínhamos outra amiga em comum, ficamos conversando e eu achando que estava me acabando de tanto paquerar. Hoje ele tira o maior sarro e diz que eu não estava paquerando coisa nenhuma. Ficamos juntos só alguns dias depois”, lembra ela. Roberto diz que a moça o ajudou a quebrar o preconceito sobre os romances que começam na noite. “Eu estava sozinho, mas não era um solteiro convicto. Sempre estive aberto para alguma coisa realmente legal. Foi o que aconteceu.” Os dois, que estão de casamento marcado, contam que são bem parecidos: gostam de sair, dançar e brigam para defender os pontos de vista. “Mas isso também faz a gente ver que quando a briga não vale a pena é melhor priorizar a relação”, comenta Roberta.