Saber ganhar com nobreza ou perder sem desanimar, ter segurança na atuação e ânimo para transpor obstáculos, trabalhar em equipe com produtividade. Lidar bem com qualidades e defeitos. Tudo isso se aprende quando criança.
“A competição aparece desde muito cedo em nossas vidas. Quando as crianças, por exemplo, começam a conviver com a divisão daquilo que dá prazer, como repartir a atenção dos pais com os irmãos, ou o brinquedo com outra criança, experimentam a frustração”, exemplifica a psicóloga Suzane Lohr.
De acordo com a especialista, se nesse momento as crianças encontram nos pais apoio para analisar cada situação, crescem com mais facilidade para atuar em grupo por um ideal, sem desmerecer a produção individual própria e dos outros. “Porém quando a criança fica zangada por perder em um jogo e os pais por não quererem vê-la sofrer, deixam-na ganhar, estão criando terreno para uma pessoa altamente competitiva no futuro, que não saberá administrar suas emoções nos momentos em que não sair vitoriosa”, alerta.
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