Como o namorado continua estudando e trabalhando, é Janice quem mais se dedica à filha, dia e noite. “Eu já ouvi dizer que essa é uma fase muito difícil para o casal, mas acho que não vamos ter problemas. Somos muito amigos e ele tem bastante interesse em me ajudar. Só não cuida dela durante a noite porque está cansado e porque ainda estou amamentando”, diz.
Mesmo tendo chegado até o quarto ano do curso de Psicologia, a estudante diz que vai abandonar a faculdade e que não pretende trabalhar tão cedo. “Passei em um concurso e deveria começar a trabalhar em quatro meses, mas ela ainda vai ser muito novinha”, diz.
Como o namorado continua estudando e trabalhando, é Janice quem mais se dedica à filha, dia e noite. “Eu já ouvi dizer que essa é uma fase muito difícil para o casal, mas acho que não vamos ter problemas. Somos muito amigos e ele tem bastante interesse em me ajudar. Só não cuida dela durante a noite porque está cansado e porque ainda estou amamentando”, diz.
Como o namorado continua estudando e trabalhando, é Janice quem mais se dedica à filha, dia e noite. “Eu já ouvi dizer que essa é uma fase muito difícil para o casal, mas acho que não vamos ter problemas. Somos muito amigos e ele tem bastante interesse em me ajudar. Só não cuida dela durante a noite porque está cansado e porque ainda estou amamentando”, diz.
Segundo a psicóloga sistêmica familiar Tatiana Centurion, Janice e Alexandre estão no caminho certo mas, como ainda vão passar a morar juntos, devem estar atentos às novas dificuldades. “Quando ainda não há a vivência de casal, a divisão das tarefas da casa e a rotina do dia-a-dia, a adaptação é ainda mais complexa porque já se inicia com um terceiro componente”, afirma. A solução? Dedicação não só para a criança, mas para os dois. “Assim que acaba o período da chamada quarentena já tem que voltar o olhar para a relação e cuidar também um do outro. Se o casal vai bem, a família se mantém”, diz.
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