Segundo a advogada Sandra Lia Leda Bazzo, estudos mostram que a violência doméstica é cíclica e não se resume a atos isolados: “É repetitiva, especialmente quando não denunciada”. Confira alguns procedimentos indicados.
• A Delegacia da Mulher tem plantonistas 24 horas. Fone (41) 3223-5323.
• A OAB/PR orienta e encaminha casos de violação de direitos, seja por meio da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania, da Comissão de Vítimas de Crimes, da Comissão de Apoio e Orientação Jurídica e da Comissão da Mulher Advogada (comissao.mulheradvogada@oabpr.org.br). Fone (41) 3017-5047. Para quem não pode pagar um advogado, há o atendimento da Defensoria Pública (Al. Cabral, 184, Curitiba) e nos escritórios modelos mantidos pelas faculdades de Direito.
• Em caso de violência sexual é fundamental que a mulher não faça higiene pessoal, pois deverá ser submetida a um exame de corpo de delito. Em Curitiba, há o Programa Mulher de Verdade, que funciona nas unidades de saúde da Prefeitura e nos hospitais de referência (Hospital das Clínicas, Evangélico e Pequeno Príncipe).
• Havendo situação de perigo para a vítima, o advogado pode requerer ao juiz o afastamento do agressor do lar, ou, a mulher e seus filhos podem ser encaminhados para casas-abrigos. Em Curitiba, há a Pousada de Maria, ligada à Fundação de Ação Social (FAS), onde mulheres vítimas de agressão podem ficar com os filhos. O telefone do Resgate Social é 156.
• O grupo Mada – Mulheres que Amam Demais Anônimas se reúne todos os sábados, das 17 às 19 horas, na Rua 24 de Maio, 95, sala térrea.
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