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A maneira pela qual os casais apaixonados se unem atualmente varia conforme ideais, estilo de vida, conta bancária. Muitos sucumbem às formalidades para oficializar o compromisso e comemoram a troca de alianças na presença de testemunhas. Outros, simplesmente “juntam os trapinhos”.
Quem casou no papel e na igreja deve estar pensando que o pior – a organização da festa – já passou. Já os que decidiram pular essa parte e morar junto também devem estar se sentindo aliviados. Afinal, não precisou se preocupar com lista de convidados, escolha do buffet, tamanho do bolo e nem assinar o cheque no final.
Mas é agora que as verdadeiras dificuldades despontam. Através da convivência diária, é comum surgirem diferenças, antes imperceptíveis. As pequenas manias – na época do namoro, adoráveis – começam a irritar, as opiniões divergem na hora de escolher a cor do sofá, e alguns gastos, que não estavam previstos no orçamento, podem provocar discussões.
As briguinhas sem sentido ou as preocupações fora de hora podem ser evitadas, ou pelos menos amenizadas, com organização e, é claro, muita boa vontade. Para ajudar os novatos nesta missão, o Viver Bem entrevistou casais e especialistas, que dão importantes dicas para enfrentar os futuros desafios com tranqüilidade.
Serviço: Luciana Olesko – arquiteta e urbanista, fone (41) 3264-4770 / Antônia Maria Druvian Garcia – capacitadora em serviços gerais e domésticos, fone (41) 3285-8706 / Carlos Alexandre Dias da Silva – advogado, fone (41)3352-2607 / Gilvânia Barzotto – psicóloga, fone (41) 3254-6988 / Luiz Antônio Souza Neto – life coach, fone (41) 3234-1349, www.comeceaviver.com.br.
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