• O homem foi “programado” para acordar ao nascer do sol e se recolher no poente. Invenções tecnológicas e atribuições modernas – como turnos alternativos, jornadas duplas e bares 24 horas – mudaram essa lógica e bagunçaram as leis naturais. Hoje o que impera são as vontades do relógio biológico, que varia de pessoa para pessoa.
• Para adotar uma nova rotina, a dica, segundo a psiquiatra Gisele Minhoto, é fazer uma adaptação gradual, até que o corpo se acostume com as novas condições.
• Quem acorda de madrugada, pode pular algum estágio do sono. “Há, por exemplo, o mais profundo que acontece no começo da manhã e o com mais sonhos no começo da noite. Aliás, praticamente não se sonha de dia. A privação desse tipo de sono não é saudável, pois está ligado à memória. Para não se privar, é essencial uma adaptação lenta”, comenta Gisele.
• A psiquiatra chama a atenção para uma questão: madrugar pode ser um subterfúgio para fugir do convívio social, o que não é um hábito saudável.
• Segundo o endocrinologista Henrique Suplicy, é importante manter uma alimentação regrada. “O glicogênio fica estocado no fígado, mas durante a noite esse estoque é gasto. E de manhã há que se repor o glicogênio. Portanto, não é indicada a prática de exercícios com o estômago vazio.”
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