Aos 16 anos, aparece como extra.
Documentário de média-metragem com cenas reais do Carnaval no Rio de Janeiro e a primeira aparição de Carmen Miranda no cinema como artista famosa.
O semidocumentário mostra os desfiles do corso e as batalhas de confete com os ranchos e os cordões, registrado com som direto nas ruas do Rio.
Carmen Miranda é a pequena do rádio Mimi, que se deixa enamorar pelos estudantes apaixonados pelos seus encantos.
Carmen canta “Primavera no Rio”, último número do filme, privilégio concedido ao maior nome do elenco.
Carmen define seu estilo: olhos vivos e espertos, jeito matreiro e ao mesmo tempo sensual, cantando com um sorriso nos lábios e com timbre expressivo, sempre consciente da importância do figurino.
É nesse filme que Carmen aparece como baiana, estilo que virou sua marca registrada.
A Fox estava um pouco incerta sobre sua nova aquisição e não deu à Carmen os generosos tratamentos e números musicais que aconteceriam nos próximos filmes. Mesmo assim ela impressionou com seu carisma.
Carmen vive Miss Murphy, uma secretária que provoca a separação do casal principal.
Carmen ferve com o número “The Lady In The Tutti Frutti Hat”
Filme destinado a distrair as massas durante a Segunda Guerra, sua personagem acaba se tornando um “instrumento” de espionagem.
Cinco pequenos blocos, com filmagens de apresentações de vários artistas, especialmente produzidos pelo governo americano para entreter as tropas. Era o auge da carreira de Carmen, a artista feminina mais bem paga do showbiz.
Boas canções e a coragem de Carmen Miranda, uma brasileira estranhamente escalada no filme para interpretar a jovem irlandesa Michelle O’Toole.
Filme dominado por atores adolescentes (com Elizabeth Taylor aos 16 anos), mas é Carmen, no papel de Rosita Cochellas, quem brilha.


