“Um aplicativo para smartphones com sistema operacional Android ou iOS permite que o usuário consiga ver onde o pet está e até mesmo ouvir os sons do local”, explica um dos diretores da empresa, Fabiano Karaim. Assim, é possível saber se o animal está sendo bem tratado no pet shop, como está sendo transportado em uma viagem de ônibus ou avião ou quando sai com o passeador de cães.
Quando o dono precisa se ausentar de casa, pode delimitar “cercas eletrônicas”, ou seja, criar um perímetro de movimentação para o pet. “Caso ele saia daquela área, um aviso será enviado ao seu celular via notificação por push”, explica Karaim.
Custo
Dois fatores ainda dificultam a popularização do aparelho. O primeiro é o custo: o GPS vendido pela empresa gaúcha sai por R$ 720 e, para ter acesso ao aplicativo, é preciso pagar uma mensalidade de R$ 19,90. “Esperamos diminuir esse valor com o aumento da procura”, diz Karaim, que tem vendido equipamento principalmente para donos de animais de estimação paulistanos.
Como todo gadget, o Syspet GPS é movido a bateria, com duração de 12 horas. Para garantir que os animais perdidos sejam localizados após esse período, Karaim ainda recomenda que o animal sempre utilize equipamentos como placas de identificação e microchip. “São formas de localização que se complementam”, diz.
Microchip
Microchips implantados em animais também são boas alternativas, mas diferente do GPS, não funcionam como localizadores. Eles contêm um código com informações sobre o animal que podem ser acessadas por leitores em clínicas veterinárias, petshops e até na Prefeitura de Curitiba, que promove a microchipagem e o cadastramento de animais no Sistema de Identificação Animal (SIA).
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