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A microchipagem, realizada no fim de outubro, em uma feira de adoção de animais promovida pela associação Cãopanheiro, de Curitiba, foi uma prévia de um serviço que estará disponível a todos até o fim de novembro. Isso caso não surjam novos entraves ao processo, ainda em curso, de compra dos leitores desses microchips. “Estaríamos operando normalmente desde agosto, mas por problemas na licitação dos aparelhos houve esse atraso”, explica Marcos Traad, diretor do Zoológico e da Rede de Proteção Animal de Curitiba, que é responsável pelo programa de implantação de microchips.
Se tudo der certo, em algumas semanas a implantação dos microchips será feita em 29 clínicas veterinárias conveniadas pela Prefeitura, que cobrarão R$ 9 pelo chip, sem custo pelo serviço de aplicação. A lista de clínicas estará no site www.proteca oanimal.curitiba.pr.gov.br.
O chip implantado nos animais é um microcircuito contendo um código único, que depois é identificado por um escâner que emite uma onda de rádio sobre ele. Tal como um documento de identidade, o número do chip é registrado no site da Rede de Proteção Animal, junto com informações como nome, raça, ficha médica do bicho e endereço do dono.
“Se a minha cachorra um dia se perder e alguém levá-la até uma das clínicas que tenham leitores de chip, as pessoas poderão entrar em contato comigo”, explica o operador de máquinas Washington Cornachini, satisfeito por ter microchipado a cachorrinha Meg logo que a adotou, na própria feira.
A disseminação dos chips também vai propiciar à prefeitura um maior controle sobre a população animal. “Saberemos, com mais precisão, quantos bichos existem em Curitiba, onde eles estão e que doenças eles têm”, afirma Marcos Traad. O diretor do Zoológico lembra ainda que, com o equipamento, será mais fácil cobrar da população uma guarda responsável, identificando os donos que maltratam e abandonam seus bichos.
Serviço
Antes de aplicar o microchip, é preciso cadastrar as informações do animal e seu dono no site www.protecaoanimal.curitiba.pr.gov.br. Bichos que já têm outros tipos de microchips também podem ser cadastrados no sistema da prefeitura.
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