Não há uma norma rígida quanto ao número de padrinhos, apesar de que muitas igrejas costumam permitir um número reduzido deles no altar. “Mas se o noivo tem uma porção de casais de amigos importantes para ele, e é possível inseri-los na celebração, por que não? Nada é brega ou chic por si só, tudo depende de um contexto”, diz a produtora Ilse Lambach.
Não! Para quê causar uma possível confusão em um momento de alegria? A ex que seja feliz, “mas longe desse casamento”, opina Lambach. Evite saia justa e crise de ciúme.
Para os casais que se assumem, usa-se o padrão habitual: os dois nomes completos e o nome da pessoa mais íntima por primeiro. “Hoje em dia há menos receio com essas coisas e o amor está acima dos preconceitos”, observa a designer de convites Danielle Blitzkow. Caso a relação entre esses parceiros seja muito recente ou eles de fato não se assumam, então prefira enviar convites individuais.
Tudo depende também da intimidade que se tem com o padrinho. “E se você sabe que esse pedido não vai causar uma saia justa para ele então não há problema”, diz Lambach.
Para amigos íntimos esses pedidos podem ser feito sim, de maneira discreta. “O importante é deixar as pessoas à vontade e não fazer imposições, para evitar constrangimentos”, diz Lambach. Explicitar esses desejos nos convites, portanto, não é de bom tom.
Casamento é só uma vez e, em cerimônias ao ar livre, sempre deve existir um plano b para o caso de chuva. Um espaço alternativo, próximo ao local original deve ser então providenciado com antecedência, de modo que os convidados não tenham trabalho para se deslocar e nem para descobrir o novo lugar.
Independentemente do local, a bebida recomendada é sempre de acordo com o que é servido no cardápio.
A estilista Karina Kulig recomenda: em lugar fechado, prefira usar uma casquete. Chapéu é mais adequado para ambientes abertos, enquanto há exposição ao sol.
Sim. A noiva pode indicar um determinado visual, desde que as madrinhas sejam realmente íntimas. “É indelicado fazer um pedido desses para os demais convidados”, opina Kulig.
Tudo depende do perfil dos noivos. “A festa tem um dono, que são os noivos. Se eles não gostam de dançar, para quê uma pista? Há outras formas de comemorar, por exemplo, investindo na gastronomia e tendo uma boa musica de fundo”, opina Lambach.


