Antes das aulas particulares, pratique em grupo e aprenda movimentos básicos do ritmo escolhido. Para danças elaboradas, quatro a oito aulas são suficientes para montar a coreografia e praticar. Antecedência em excesso prejudica: após muitas aulas, a coreografia fica complexa demais. Mas cada par dará a medida.
Músicas românticas e valsas simples, sem rodopios, são ideais para quem não quer se arriscar. Coreografias que simulam improvisação surpreendem. Há quem elimine a dança dos noivos e frequente as aulas para dominar os ritmos que tocam na pista, como forró, funk e sertanejo. Para sair da zona de conforto, o tango é um clássico. Para ritmos agitados, não complique demais: passos aéreos exigem preparo maior.
Além do ritmo, instrutores consideram as limitações do casal ao proporem a coreografia. Mesmo passos fáceis podem não funcionar. Os noivos devem dizer o que não gostam.
Se o vestido for muito longo, evite passos como a caminhada de costas do tango. Escolha um que possa ser encurtado ou um modelo exclusivo para a dança. Nos ensaios, a noiva deve usar um vestido ou saia comprida, para que o par tenha a referência do movimento sem ver as pernas da noiva. O sapato modelo meia-pata “trava” os movimentos e deve ser trocado por um com a parte da frente mais flexível e salto estável.
A dificuldade de dançar está mais relacionada à sincronia do casal do que aos passos. Apontar o erro (próprio e do outro) melhora a conexão: a dupla memoriza melhor os passos, aprende mais rápido e adquira confiança.
Não deixe os ensaios para a semana antes da festa. Treine no salão de festas ou use o espelho e paredes como referências durante o ensaio.
(Cold Play)
(Clean & Jess Glynee)
(Maroon Five)
(John Newmam)
(Capital Cities)
(Kieza)
(Pharrell Williams)
(Pit Bull & Ne-yo)
(Bruno Mars)
(Diana King)
(Queen)
(The Killers)
(Counting Crows)
(Calvin Harris)
(The Mowgli’s)



