Celebridades

Mais que bad boy: jurado do MasterChef, Henrique Fogaça, também é paizão

Bruna Covacci
22/07/2015 11:36
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Henrique Fogaça durante o MasterChef

Não se fala em outra coisa. Na última eliminação do MasterChef (Band, 22h30), o clima de tensão foi coadjuvante. Enquanto Carla (eliminada), Marcos e Aritana disputavam para ver quem permaneceria mais uma semana na disputa, Henrique Fogaça falou da sua filha mais velha, Olívia, de oito anos.
Ao anunciar quem seria o eliminado, o falso bad boy disse que o prato de Marcos o fez lembrar-se de uma época difícil da vida: “Há um tempo fiquei quase um ano no hospital. Tenho uma filha especial e precisei ficar lá. Todo dia eu comia lá. Sua comida lembrou-me a de hospital: faltou vida, faltou sabor e estava seca”, disse. Enquanto comentava a forma com que Aritana cozinhava continuou: “Se concentra. Se você não consegue cozinhar para a gente, pensa nos seus filhos. Faça o seu melhor”, disse. Fogaça declarou que a sua grande frustração é não poder cozinhar para Olívia. “Ela se alimenta por sonda e não sente gosto. Deve sentir, mas não se comunica”, disse. Por fim, afirmou pensar nisso diariamente.
Fogaça ao lado da filha Olívia; divulgação/facebook
Fogaça ao lado da filha Olívia; divulgação/facebook
Em homenagem à filha, Fogaça tatuou um coração com o seu nome. Além disso, há outra história: meses antes do nascimento dela, roqueiro que é, o chef pensava em tatuar um diabo no braço. “Mas aí ela nasceu e, depois de uns 20 dias na UTI, percebi que ela era diferente. Mudei de ideia no dia da tatuagem, fiz um símbolo de uma deusa oriental que cuida de crianças”, disse.
Seu outro filho, João, com seis anos, também ganhou uma homenagem: seu nome foi tatuado na sua nuca. A dedicação pelos dois filhos pode ser comprovada a cada post na rede social. No dia a dia, os três aparecem juntos em vários momentos. O mais novo, inclusive, já se interessa por gastronomia e segue o exemplo do pai.
À frente do Sal Gastronomia, localizado em Higienópolis (bairro nobre de São Paulo), além das panelas, ele se dedica a desenvolver pimentas caseiras e cervejas artesanais, à banda de hardcore Oitão (da qual é vocalista) e ainda dá aulas de culinária para crianças com síndrome de Down, uma ação motivada pela sua história com Olívia.