Você já não tem um bebê: ele perde aquele barrigão característico. Informalmente, a fase é chamada de adolescência da infância. A criança quer guardar as vantagens de ser bebê, o colinho, e ganhar as regalias dos mais velhos: dormir fora de casa, sair com os amigos. É o fim do pensamento mágico e o início do lógico. A criança fala muito e tem arroubos de autonomia. Quer fazer tudo sozinha. O negativismo volta, mas agora para marcar posição, algo como “vamos ver quem manda aqui”. O lar ainda é muito importante como referência, mas ela descobre a casa dos amigos, dos avós. Pela primeira vez, vai brincar com interesse no outro, no amigo que gosta e vai convidar para brincar. As meninas se identificam com a mãe, os meninos com o pai.
Desafios dos pais
• É uma fase que exige bom humor, negociação e inventividade. Mudar o foco da situação através da brincadeira. Se entrar no embate com eles, é pior.
• Passar a noção de cautela sem desencorajar a ousadia.
• Lidar com o transitar entre a criança pequena e grande, sem exigir demais, lembrando que ainda é pequena. E dar limites: nessa idade, ela pode virar uma pequena tirana.
• As brincadeiras com regras são muito importantes: não deixe que ela as rompa.
• Ser um modelo correto e verdadeiro e educar pelo lado positivo.
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