Estímulo, dentro dos limites, é bom, mas não precisa ser forçado. Atividades naturais da criança – como correr, pular, brincar – são capazes de ensinar muito.
Veja alguns exemplos:
• Os jogos de tabuleiro desenvolvem a chamada lógica biunívoca, que é quando a criança aprende a fazer a correspondência, por exemplo: ao jogar os dados e ter de andar uma determinada quantidade de casas, ela entende o significado dos números e não apenas os repete como algo decorado.
• Quando brinca com areia, a criança constrói o raciocínio. Ela levanta hipóteses, faz experiências físicas – deixa a areia escorrer, tenta colocar mais do que cabe em um pote – e tira suas próprias conclusões. Ao contrário do que muitos pais pensam, não é “perda de tempo”.
• Entre todas as atividades extras, a natação, conforme a psicopedagoga Úrsula Simons, é a única que traz vantagens se iniciada mais cedo. “É o meio natural dos bebês. A água dá sustentação, é uma atividade de conhecimento do próprio corpo.”
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