Sempre explique os motivos pelos quais a criança deve fazer o que você está propondo.
As conseqüências devem ter a concordância da criança, além de serem imediatas e relacionadas à transgressão cometida, “para que a criança se responsabilize cada vez mais pelos seus atos”, afirma a psicóloga Ana Paola Lubi.
A psicóloga Fernanda Roche recomenda inverter o processo: no lugar de tudo não pode, várias coisas que podem. “É uma espécie de marketing a favor”, diz. Exemplo prático: a criança tem o direito a suas canetinhas. Caso ela risque paredes ou sofás, perde esse privilégio. “Assim, depende dela a manutenção do direito.” Para os mais velhos, também vale. Eles podem ter direito à liberdade, mas com responsabilidade. Caso não avisem onde e com quem foram, perdem a prerrogativa de sair.
Nunca compre o comportamento de seu filho. “A linha com a chantagem é tênue. Deve ficar claro que o acordo é para o bem-estar de todos”, diz Fernanda.
Os pais precisam estar em sintonia. Quando um estabelece uma regra e o outro discorda na frente da criança, a autoridade do primeiro é abalada.
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