Saúde e Bem-Estar

Decoração feita pela mãe em festa econômica

Adriano Justino
17/04/2006 02:18
O que Ana Paula queria era uma comemoração simples, apenas para os amigos. “Daí ela começou a participar de outras festas e se encantou com o bolo-vivo”, conta a empresária Maria Cristina Pizzol do Amaral, mãe da menina. Ainda assim, a festa para 120 pessoas tinha 95 jovens. Da família, apenas avós, tios e primos.
A decisão da filha, é claro, ajudou a enxugar despesas. Mas a dedicação da mãe foi fundamental para o êxito da festa, inclusive no item despesas. Maria Cristina encarregou-se pessoalmente de todos os detalhes, até da decoração. “Tirei os quadros do salão, coloquei nas paredes fotos do book em preto e branco, aluguei toalhas escuras e fiz arranjos com estrelinha brancas. Forrei o piso de estrelas. Foi tudo muito simples, gracioso, sem frescuras”, conta.
O resultado é que tudo não chegou a custar R$ 10 mil, do convite à lembrancinha. “Soube que em festas do mesmo porte, se gasta de R$ 15 a R$ 20 mil. E foi uma festa que todo mundo saiu elogiando”, gaba-se a mãe. Para Ana Paula, “foi até um pouquinho a mais” que o sonho.
A simplicidade deixou todos muito à vontade e “tiveram erros que só ajudaram”, diz a empresária. Um dos pontos altos da festa foi o bartender, com direito a malabarismos, labaredas de fogo e drinques com o mínimo de álcool e muito creme de leite e leite condensado. Ana Paula dançou a valsa com o pai, mas com o par preferiu um raggae.
A fórmula, pelo jeito, funcionou: Foram mais de 11 horas de festa, que só terminou às 6 horas da manhã seguinte.