Se a escola não souber que seu filho tem diabete, em uma situação de emergência, a criança pode perder a consciência e caminhar para um quadro mais grave. Comunique tudo antes, inclusive sintomas particulares da criança, como parecer irritado quando estiver hipoglicêmico.
A escola não pode negar a matrícula do aluno. Também não pode impedir que ele leve para a escola os medidores de glicose e aplicadores de insulina. Mas, escola não tem como garantir um profissional de saúde exclusivo para isso. Cabe à família ir à escola todos os dias para esse cuidado, caso a criança não faça sozinha.
Não é tão comum que a criança saia da sala de aula com frequência para tomar água ou ir ao banheiro, pois a diabete é bem compensada na infância. Mesmo com a doença controlada, a alteração da glicemia pode ocorrer por brincar muito e comer menos, ou pelo tratamento não estar ajustado. Por isso, o aluno sempre deve ter em mãos algum alimento.
Depende da criança. Se for bem extrovertida, ela pode transformar o momento de medição da glicose e aplicação da insulina em algo curioso e divertido para os colegas, que verão a doença com naturalidade. As mais tímidas, que preferem ir ao banheiro ou a uma sala reservada, devem ser respeitadas.
É comum encontrarmos nas cantinas alimentos mais saudáveis, que facilitam o ajuste na alimentação. De qualquer forma, o aluno diabético vai optar por produtos dietéticos, que podem dispensar a aplicação da insulina durante o horário da escola.
O professor não deve impedir que a criança faça os exercícios, mas se ela sentir uma redução na energia, ele deve lembra-la de se alimentar e verificar como está a glicose. Depois disso, a criança pode fazer os exercícios com os colegas normalmente.



