Por mais de cinco anos, Letícia foi a única neta da família. Até hoje, aos 10, é a única sobrinha. O resultado da conta: “Ela tem muito brinquedo”, diz a mãe Joyce Lélia Carlins, 32, assistente administrativa. “Tem coisa que até hoje está na caixa, interessa só na hora que ela ganha.”
Apesar da mãe achar as brincadeiras de antigamente mais interessantes, a menina prefere mesmo o computador. “Hoje se perde um pouco a coisa da criatividade. Os jogos eletrônicos até são interessantes, mas antes ficávamos na rua, pulando amarelinha.” Letícia também joga amarelinha, mas virtual. “É superbonito, mas não é aquela coisa que a gente montava”, reconhece a mãe. Joyce limita o tempo da filha em frente à tela: “Se deixar, ela fica o dia todo”, conta.
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