Aspiração: procedimento controverso entre os médicos. Os que defendem o parto humanizado são contra a aspiração de rotina, dizendo ser uma conduta necessária apenas em casos especiais – como a presença de sangue ou mecônio (primeiras fezes do bebê) no líquido amniótico.
Teste de Apgar: para avaliar a vitalidade do bebê, no primeiro e no quinto minutos de vida o pediatra avalia por observação sua freqüência cardíaca, respiratória, reflexos, tônus muscular e cor da pele. Cada item recebe notas de 0 a 2. Bebê com “nota” maior de 8 tem boa vitalidade. O teste é usado para avaliar as condições do recém-nascido e orientar as medidas a serem tomadas quando necessário.
Teste do pezinho ou Programa Nacional de Triagem Neonatal: uma gota de sangue é retirada do calcanhar do bebê, 48 horas após o nascimento. As maternidades fazem a coleta e encaminham para o laboratório do Centro de Pesquisas da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe). No Paraná, são pesquisadas cinco doenças: hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria, hemoglobinopatias (doença falciforme), fibrose cística e deficiência de biotinidase.
Teste da orelhinha ou Emissões Otoacústicas Evocadas (EOA): avalia a acuidade auditiva do bebê. O exame é indolor e consiste na produção de um estímulo sonoro e na captação do seu retorno, tudo registrado no computador. Algumas instituições fazem o exame rotineiramente.
Teste do olhinho ou do reflexo vermelho: a emissão de luz sobre a pupila do recém-nascido detecta doenças oculares como a retinopatia da prematuridade, catarata, glaucoma, infecções, traumas de parto e cegueira. A luz produz uma cor avermelhada e contínua nos olhos saudáveis. É simples e pode ser feito também no consultório do pediatra.
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