Não tenha medo de identificar erros na formação dos seus filhos. Ninguém é perfeito ou acerta o tempo todo. O importante é examinar e ver quais atitudes podem ser retificadas
É um equívoco criar os filhos…
… com índole de gelatina, moles, movidos apenas pelo princípios do prazer, sem capacidade de esforço, luta ou sacrifício. É um grande erro ajudá-los em demasia, porque esse excesso infantiliza a pessoa. É preciso auxiliar a caminhar, mas não agir por eles.
… inclinados ao consumismo, ao modismo, ao divertimento a qualquer preço, como se a felicidade fosse uma atividade constante, cheia de festas, de acontecimentos, e que dura apenas de um barulho para o outro. Como se a criança não pudesse ser feliz em casa, com o amiguinho, brincando com os pais, com seus próprios brinquedos ou no parque.
… com pouca ou nenhuma autoridade, tornando as crianças inseguras. Nenhuma família vive bem só de sentimentos, sem hierarquia na casa.
… sem um sentido maior para a vida, grandes ideais, vivendo o “aqui e o agora”, de satisfações imediatas, buscando pequenos prazeres cuja ilusão dura até o próximo pequeno prazer.
… dando grande ênfase à área intelectual ou profissional, sem levar em conta as dimensões mais essenciais do homem, como valores éticos, sociais e transcendentais.
… deixando que façam o que “todo mundo faz”. “Todos fazem” não é critério de assertividade, é apenas um parâmetro numérico. Não se fragilize ao estabelecer regras que as famílias dos amigos não têm.
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