• Evite colocar tevê e/ou computador em cada quarto. Isso faz com que cada membro da família crie uma história, desfavorecendo a relação familiar.
• Fazer as refeições juntos, sem tevê ligada, é uma ótima forma de aumentar o vínculo familiar.
• Compartilhe mais com seu filho suas dificuldades. “Às vezes eles acham a solução pra gente”, diz a assistente social Cida Nogarolli.
• Não queira bancar o pai ou mãe “superpoderoso”, aquele que dá conta de tudo. Aprenda a delegar mais, sem abrir mão de seu papel parental. “É uma armadilha, hoje muito mais para as mães. As superpoderosas adoecem mais, não dão conta dessa superposição de papéis”, alerta Cida.
• Não tenha medo de pedir desculpas ao seu filho. Ele vai aprender que você também é humano, também erra e se aproximar mais de você.
• Seja apreciativo. Ao valorizar o que as pessoas – isso vale para as crianças e seu cônjuge – têm de bom, você transforma a química da relação.
• Ouça o que seu filho tem a dizer, troque impressões com ele, acolha seus medos e dúvidas. Observe as reações dele. É preciso ser sensível aos sinais que as crianças dão à dinâmica da família.
• Procure ser criativo nos diálogos com as crianças. Brincar com questões reais é uma forma de passar conceitos importantes sem ficar “massacrando” com discursos.
• Procure entender melhor e se informar sobre o processo de desenvolvimento das crianças. Quando seu filho tiver 10 anos, não adianta querer fazer o que deveria ter sido feito aos 2.
• Sente para jogar e brincar com seu filho, invente uma brincadeira, envolva-o nas tarefas do dia-a-dia. Faça do papel de pai/mãe sua prioridade.
• Mantenha uma rede de apoio social. Observar como outras famílias tratam seus filhos dá pistas sobre a sua relação e ajuda a corrigi-la se necessário.
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