• Muitas vezes a criança fala de namorado (a) desde pequena. Se for apenas fantasia, não há problema. É o mesmo que brincar de mamãe, por exemplo.
• Procure não incentivar a sexualidade da criança desde cedo.
• Tenha um diálogo aberto com a criança. Falar de suas dúvidas e medos na mesma idade aproxima você de seu filho e faz com que ele perceba que não acontece só com ele.
• “Os pais devem estar próximos o bastante para observar o que está acontecendo e distantes ao máximo para não invadir a privacidade do filho”, diz a psicopedagoga Karin Bruckheimer.
• Quanto mais cedo for o beijo ou a iniciação sexual, mais importante é o monitoramento dos pais.
• Quando a criança é bem acompanhada, dificilmente vai deixar acontecer algo a mais que sua maturidade permita.
• Espere a criança perguntar para falar sobre sexualidade e responda apenas o que ela pergunta.
• “Não caia nessa de modernidade, deixando seu filho de 13 anos trazer a namorada para casa”, alerta a psicóloga Shirley Sesarino.
• Não tenha medo de perder o amor de seu filho por estabelecer limites.
• Cuidado com a “voracidade” dos meios de comunicação e do consumismo. Cada vez com mais intensidade a estimulação é ‘amadureça logo para consumir mais’. Proteger os filhos dessa mensagem requer trabalho, mas vale a pena.
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