Em seu livro Crianças do Consumo – A Infância Roubada, a psicóloga norte-americana Susan Linn dá algumas dicas de como os pais pode fazer para fugir da cultura consumista:
Tente entender suas próprias vulnerabilidades e valores. Quanto mais os pais entenderem e tentarem mudar seus padrões de consumo – incluindo tendências de gastar demais ou de se voltar aos produtos como forma de gratificação – mais bem preparados estarão para ajudar as crianças a lidar com a situação.
Passe mais tempo com seus filhos na natureza, realizando projetos de arte, serviços voluntários, trabalhando por causas sociais, na igreja ou outros templos religiosos. Em casa, leia para eles, jogue cartas e jogos, cozinhem juntos, toquem instrumentos, realizem atividades artísticas. Ou seja: criem o hábito de fazer coisas juntos, como família, que não envolvam a mídia.
Converse com as crianças sobre a publicidade à medida que ela surge, para despertar seu senso crítico.
Antes de irem juntos ao supermercado, prepare seus filhos para o que poderão ou não comprar.
Encontre maneiras de ajudar as crianças a descobrir o real significado de datas como Natal, aniversário ou Páscoa, além do comercial.
Tente evitar de levar crianças pequenas às compras. Elas têm dificuldade em controlar seus impulsos e não conseguem entender por que você não compra o que elas querem.
Para limitar o tempo diante da tevê, retire-a do quarto da criança. Limite também seu tempo diante do aparelho.
Desligue a tevê durante as refeições, proporcionando mais oportunidades de passar um tempo em família.
Antes dos dois anos, procure não expor seus filhos à tevê, vídeos ou jogos de computador. Não acredite em propagandas desses produtos que prometem tornar as crianças mais espertas.
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