Nos playgrounds, procure equipamentos apropriados para a idade da criança e verifique se não estão enferrujados, quebrados ou contêm superfícies perigosas.
O risco de lesão é quatro vezes maior se a criança cair de um brinquedo acima de 1,5 m. Se esse for o caso, verifique se ela terá a supervisão de um adulto.
O piso deve ser macio, como grama, areia fina ou emborrachado. Jamais deve ser de concreto ou pedra.
Tire qualquer peça que possa estrangular a criança, como cachecol. “Blusas de capuz em uma piscina de bolinhas, no meio da confusão podem sufocar a criança”, alerta Fabiana Kuriki, da Criança Segura.
Verifique se o local está longe do tráfego de veículos ou é cercado. No meio da correria, a criança pode acabar na rua.
Se for deixar seu filho com monitor, questione sua competência. “É muito comum que não tenham experiência suficiente para cuidar de crianças”, diz Silvia Bazile, presidente da Associação Férias Seguras.
Preste atenção no número de crianças em relação ao de monitores e na faixa etária das crianças, que deve ser sempre próxima.
Quando a criança fica sozinha, como nos parques indoor de shoppings, a responsabilidade sobre a criança passa a ser do local, que deve pedir documento do responsável na entrada e, principalmente, na saída, conforme Marcia Tavares dos Santos, delegada do Sicride – Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas. Para ela, o recibo normalmente entregue aos pais para a retirada da criança não garante a segurança, já que o pai pode ser roubado.
A delegada também aconselha os pais a tirar a carteira de identidade da criança e portá-la sempre.
No caso de ir a hotéis ou pousadas, verifique a estrutura de atendimento emergencial do local de destino.
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