Saúde e Bem-Estar

No consultório

(EB)
12/09/2005 00:43
Quando pais e escola não conseguem reverter o sofrimento da vítima do bullying, é hora de buscar ajuda profissional. A psicóloga Mariza Bregola de Carvalho mantém um lap top no consultório para os casos de cyberbullying. “Lemos as mensagens juntos durante a consulta, identificamos os sentimentos decorrentes delas e juntos definimos como agir e não reagir. A reação da vítima estimula a continuidade da reação do agressor. A ação movida pela razão pode minimizá-la e extingui-la.”
Ela também trabalha a reformulação da auto-imagem do paciente e com os pais. “É preciso compreender que o agressor também é uma criança ou adolescente que está desenvolvendo sua auto-imagem de forma disfuncional e necessita de ajuda. Seus pais necessitam de ajuda para auxiliar o filho. Agredi-los apenas estabelece um circuito vicioso”, alerta.