Saúde e Bem-Estar
Com elas, não dá para passar o dia nas seções de antiguidades do Louvre ou ir ao teatro toda noite. O ritmo é quase sempre determinado pelas crianças. Mas sobra muita coisa boa para se ver e fazer e os momentos compartilhados são inesquecíveis. Além do mais, até uma foto da torre Eiffel fica mais bonita se, na frente dela, aparecer o rostinho lindo de nosso filho.
– Convém evitar muitas trocas de hotel ou roteiros que incluem várias cidades. Crianças preferem se familiarizar com o local, acostumar-se com o hotel e com a vizinhança. Circule com elas para que conheçam as instalações.
– As refeições vão exigir paciência dos pais. Criança não tem muita curiosidade sobre pratos ou ingredientes diferentes e, se implicar com a “cara” do que é servido, não se força a comer. Vai caber aos viajantes vasculhar os cardápios em busca de algo com chance de agradar o paladar dos pequenos, o que pode ser difícil em alguns países. Na América do Sul, em geral, é mais fácil porque se pode contar com cardápios parecidos com o nosso, com grelhados, legumes e massas.
– Em viagens, temos que sair para almoçar e jantar e essa “agitação” não agrada as crianças. Mesmo que seu hotel não tenha restaurante, provavelmente serve refeições rápidas no quarto. Se não for muito caro, é uma opção para garantir uma noite tranquila. Caso o café da manhã não se encaixar nas manias dos pequenos, compre no mercado o que eles costumam comer e sirva no quarto mesmo.
– Falando em noite tranquila, não se iluda: com crianças, e mesmo adolescentes, você terá de passar a maioria das noites em casa, vendo tevê ou brincando. Notará que a experiência acaba sendo gostosa: como não há muito com o que se distrair dentro do quarto, adultos e crianças acabam interagindo muito mais.
– Reserve algum dinheiro (não precisa ser muito) para comprar alguns brinquedinhos, que manterão as crianças ocupadas durante as noites. Bolas que podem ser esvaziadas, jogos de cartas, bonequinhos: tudo isso cabe na mala que vai voltar para o Brasil.
– Meninos e meninas vão gostar de visitar lojas de brinquedos. Na maioria das cidades, você não vai encontrar algo gigantesco como a FaoSchwarz, de Nova York. É até melhor assim. Nas lojas pequenas eles se distraem do mesmo jeito e você não cansa tanto.
– Rastreie programas bons para crianças nas indicações dos guias de viagem e nos jornais locais. Muitas cidades têm museus de brinquedos, de embarcações ou de Ciências. Zoológicos e oceanários sempre agradam. Passeios de barco fazem sucesso.
– Parques são um capítulo especial. São perfeitos para crianças de todas as idades, especialmente se os adultos estiverem dispostos a brincar também (já pensou que delícia curtir seus filhos no playground do Bois de Boulogne, em Paris?). Pipas, aviões de isopor, bolas são brinquedos baratos que podem ser comprados na cidade visitada e levados ao parque para um tarde de diversão.
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