“Se a gente sai, ele fica na internet o tempo todo. Quando não pode jogar, fica nervoso, agitado.” O relato é da dona de casa Edna Maria do Prado Schianti, 41 anos, mãe de Amanda, 17, Jéssica, 16 e Claudinei, 13.
É o filho mais novo que a preocupa. “Ele esquece os deveres, provas. No último semestre está com notas bem ruins.” Claudinei ficava todo o tempo disponível no computador. “Agora estipulamos duas horas por dia. Esta semana o CPU foi para o conserto e ele está agoniado.”
Para amenizar o sedentarismo, os pais incentivam as aulas de karatê e futebol. “Ele gosta, mas troca tudo pelos jogos eletrônicos. A gente se preocupa porque ele fica muito sedentário”, afirma Edna.
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