Inclua uma opção de proteína (ovo e peixe são permitidos), verdura, legume e cereal, temperando com alho, salsinha e cebolinha. A refeição deve variar no almoço e jantar e ao longo da semana, além de ter cores diferentes. Os vegetais devem ser frescos, da época e lavados com hipoclorito de sódio.
Cozinhe sem sal, para que o bebê se acostume aos novos sabores, e sem refogar. Acrescente o azeite depois de a comida estar pronta. Amasse os ingredientes e não use liquidificador, para desenvolver a deglutição. Não misture a comida, o bebê deve saber qual é o sabor de cada item. Não coloque água, para manter a consistência espessa e preservar a densidade calórica. Aos 6 meses, a papa deve ser bem amassada, mas aos 8 meses pode conter pedacinhos. Aos 12, o bebê pode comer a refeição dos adultos.
Mesmo no início, a criança não deve ser alimentada no colo, mas sentada no cadeirão. O local da mãe é na frente do bebê, mantendo a interação com o olhar, sem mimos ou estardalhaços. As refeições devem ser feitas em horários regulares e sem tevê ou brinquedos. A colher deve ser de silicone para não machucar a gengiva, e o prato, se for de plástico, não deve conter Bisfenol A.
Quando a criança não quiser mais pegar o alimento, sua boca deve ser limpa e a comida retirada da bandeja. Forçar a alimentação faz com que o bebê não saiba a hora de parar de comer. Isso pode contribuir para o desenvolvimento da obesidade mais para frente.
As papinhas industrializadas são mais seguras nas viagens por não correrem o risco de estragar e por manterem os valores nutricionais dos alimentos. Quando colocadas no freezer, o processo pode alterar o paladar da comida e comprometer as propriedades nutricionais. Evite recongelar.



