• Segundo a psicóloga Ana Paola, é importante que os pais acompanhem a criança de perto, para poder orientá-la, pois ela não tem nem a malícia para lidar com o mundo adulto, se safar de situações específicas, quanto cognição para tratar de coisas práticas, como dinheiro.
• Pai e mãe têm que continuar, conforme a psicóloga, dando limites mesmo ao filho profissional ou famoso. “Não é porque é ator que o adolescente pode ir às festas que quiser e ter contato com coisas que ele não está preparado para decidir”, diz.
• Querendo ou não, o filho é um ser em formação e, como tal, precisa de instrumentos para trilhar o seu próprio caminho. Por isso, ele precisa manter as atividades necessárias para a sua formação e desenvolvimento intelectual, psicológico e emocional, como estudar, brincar e ter tempo para o lazer.
• Você tem certeza que o seu filho vai fazer sucesso para sempre? É difícil adivinhar e, por isso mesmo, se faz necessária a formação tradicional e sobretudo manter os seus pés e do seu filho na realidade.
• Pode acontecer dessa criança ou adolescente talentoso chegar aos 16, 17 anos e decidir que não é mais isso que ele quer fazer. Aí, na opinião da psicóloga Janaina Caobianco, é a hora dos pais mostrarem que amam essa pessoa como filho e não como o profissional de destaque, apoiando-o e orientando em suas vocações e desejos.
• Ao se delinear uma vocação, perceba se essa atividade é lúdica para a criança e se suas necessidades básicas – como horário de sono, de alimentação e de estudo – estão mantidas. Pode ser que seu filho seja lindíssimo, mas ele simplesmente não suporta desfilar. “Se a criança gosta de violino e se interessa por saber tudo do instrumento e de conseguir se superar, não vai achar ruim treinar por algumas horas. O envolvimento é bacana, desde que seja consentido e prazeroso”, diz. (LJ)
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