Às vezes as crianças querem experimentar adereços do sexo oposto. Os pais devem verificar o motivo do interesse – pode ser mera curiosidade – e orientar que existem coisas de meninas e coisas de meninos.
Com relação a cores, não precisa ser tão radical. A psicóloga Tatiana Centurion sugere que os pais falem que as cores são de todos, mas esclareçam que se convencionou o rosa como de menina.
Cuidado com suas reações. “Alguns adultos têm dificuldade para lidar com sua sexualidade e não conseguem fazê-lo de forma natural com seus filhos”, diz a psicóloga. Não diga incentive nem reprima. Reforce sempre o sexo da criança.
O fato de um menino querer vestir-se de menina ou vice-versa, para a psicanalista Mônica Bigarella, muitas vezes é um sinal de alerta de que algo não vai bem no relacionamento familiar e não com a criança.
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