Ao lado de Bibi Ferreira, uma honra para a atriz na época amadora. A ressalva dos seus “tutores” artísticos na época era: Não beba e nem fume nada que oferecerem a você e nem aceite dinheiro. “Teatro profissional era coisa das mulheres da vida.”
Era a primeira viagem a trabalho, ainda como atriz amadora. Lala foi a Recife, de casaco de lã… E voltou com duas estátuas feitas em pedra-sabão.
O ator José Maria Santos foi seu aluno e marido em três trabalhos. Os dois continuam próximos, agora pelos teatros que batizam na Rua Treze de Maio.
Dos objetos revirados no baú, a lanterna – iluminada à vela – era do avô. O estribo de metal, que ajudava a avó a subir no cavalo, e os dois pesinhos usados pelo pai na balança do armazém.
As coincidências sempre a uniram a São Judas Tadeu. A estátua ganha do chefe, quebrada e restaurada pela amiga virou altar em casa. E de quebra deu o nome à igreja perto da sua casa.
O Meister era fã de Lala nos tempos da TV Tupi. Queria porque queria pintar um retrato dela. Tanto foi que um dia ela aceitou o convite. “Quando cheguei lá só estava ele. Até fiquei com receio… Mas ele só queria pintar meu retrato mesmo”, brinca.


