De um lado a bulimia e a anorexia, de outro a compulsão alimentar e o excesso de peso. O contraste é grande: os primeiros podem levar à desnutrição e até a morte, o terceiro, a um quadro de obesidade não menos dramático. A reportagem de capa deste domingo fala dos transtornos alimentares, suas nuances, mitos e como prevení-los. Diferente do que muitos pensam, o padrão estético de mulheres magérrimas – que ganhou força na década de 80 com o início da era das top models – é apenas o gatilho e não a causa dos distúrbios que levam ao jejum e a outros hábitos nada salutares. Psicólogos e nutricionistas lembram que essas doenças sempre existiram, mas o diagnóstico, complexo, não era uma praxe nos consultórios. Por outro lado, a onda de dietas deixou a porta aberta para pessoas vulneráveis a mergulharem num universo de utopia, onde a magreza é ligada a um ideal de felicidade nunca alcançado.
Dando início a uma série de matérias para o mês das crianças, vamos falar sobre a “infância de plástico”, termo que usamos para classificar o mundo dos nossos filhos hoje: tão cheio de brinquedos, tão carentes de invencibilidade.
Na matéria de moda, o ouro velho e o cobre, tons de metais que mais apareceram nas coleções de verão e que vão dar um toque especial nas roupas, sandálias, pulseiras, colares e outros acessórios. Na página de beleza, os segredos dos cabeleireiros para alisar as madeixas. É importante conhecer os vários métodos para escolher o melhor para o seu cabelo.
Finalmente, os sons que fazem bem. Mantras entoados na hora certa, cantigas de ninar, música clássica, barulhos de água e fontes. Os nossos ouvidos são portais através dos quais podemos sentir algum alívio nos momentos de estresse. Boa leitura!
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