Histórico

Viver bem revista

Adriano Justino
14/09/2008 03:07
Moda
Chá em Nova Iorque
* * * * * *
Lançamento
Surfando na onda retrô
Um dos movimentos que anda fazendo sucesso entre os jovens das grandes cidades é a cultura sneaker – que reúne os aficionados por tênis exclusivos, retrôs e descolados. A Diadora – marca italiana de artigos esportivos – está lançando a série 1980. O clássico old school é uma releitura de modelos criados pela marca para a prática de basquete na década de 80. A novidade pode ser encontrada nas lojas especializadas em artigos esportivos. Preço sugerido: R$ 149,90. SAC: (51) 3065-9900.
* * * * * *
Farmácia
Novo tratamento contra obesidade
É um fato que a população mundial apresenta cada vez mais problemas com o sobrepeso. O mercado de medicamentos contra a obesidade movimenta atualmente cerca de US$ 90 milhões/ano, só no Brasil. A multinacional farmacêutica Torrent do Brasil lançou em Curitiba durante o recente Congresso de Brasileiro de Cardiologia, o medicamento Slenfig com este fim. A farmacêutica investiu US$ 10 milhões no desenvolvimento do remédio, que tem como objetivo ser 80% mais barato que o medicamento de referência. Consulte seu médico para saber mais.
* * * * * *
Consumo
No dinheiro ou no cartão?
Quatro estudos americanos divulgados pelo site da BBC sugerem que consumidores acabam gastando menos quando pagam à vista, em relação a quando pagam usando crédito. Além disso, também gastamos menos quando precisamos estimar nossos gastos de forma mais detalhada, indicaram as pesquisas. “Quanto mais transparente o fluxo de dinheiro, maior a aversão ao gasto, ou maior a ‘dor do gasto’”, resumiram os pesquisadores, em um artigo na revista científica Journal of Experimental Psychology: Applied.
Em um dos estudos, 130 pessoas receberam uma nota de US$ 1 e um vale-compras no valor de US$ 1. No início, elas pareciam mais dispostas a gastar o vale-compras, disseram os pesquisadores, mas diminuíram seu impulso ao manter o vale-compras na carteira por uma hora – tratando-o como dinheiro em espécie.
Para eles, esta conclusão reforça a necessidade de autoridades advertirem consumidores para “manipulações” capazes de “alterar o comportamento de gastos”.