Turismo
Não é à toa que a Itaipu Binacional, considerada uma das maravilhas da engenharia moderna, recebe anualmente cerca de 800 mil visitantes de 170 diferentes países. Conhecer a potência e a grandiosidade da maior usina hidrelétrica do mundo em produção de energia é um passeio gratificante.
Para quem não tem muito tempo disponível ou a paciência é mais limitada, a visita panorâmica (R$ 13) é a mais indicada para quem quer conhecer a gigante obra . Nesta modalidade, que tem duração de – aproximadamente – uma hora e meia, o turista passeia pelas áreas externas da usina, passando pelo mirante central, pelo alto da barragem e pelo vertedouro – que, aliás, é uma das partes mais bonitas do passeio. Mas nem sempre é possível assistir à vazão máxima de 62,2 mil metros cúbicos por segundo – o que é equivalente a 40 Cataratas do Iguaçu. O jorrar só é permitido quando há excesso de água no reservatório da hidrelétrica – o que acontece geralmente em março, quando as chuvas em São Paulo e Minas Gerais enchem a cabeceira do Rio Paraná.
Ainda na área externa da usina, dê uma olhada caprichada na barragem de rochas. O gigante encaixe perfeito de pedras tem dois quilômetros de extensão e 70 metros de altura.
Já para quem quer conhecer o funcionamento da usina e descobrir curiosidades do processo de geração de energia elétrica, o passeio chamado Circuito-Especial (R$ 30) é a opção mais apropriada. A visita, que é um verdadeiro mergulho pelo interior da Itaipu, permite que se veja desde um eixo de uma unidade geradora em pleno funcionamento, até o trabalho dos funcionários da usina na sala de comando geral. Aliás, é no local de observação desse centro de controles, que existe uma faixa – no chão da usina – para indicar a divisa entre Brasil e Paraguai. Ou seja, colocando um pé de cada lado da faixa, é possível desafiar as leis da física e estar em dois lugares ao mesmo tempo.
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