– Não se preocupe em comprar aquelas roupas pesadíssimas para a prática. A maioria das estações oferece aluguel de trajes para esquiar. Em Santiago, a Ski Total aluga roupas de esqui a partir de US$ 17 por dia. Em Valle Nevado, o aluguel do traje sai por US$ 21 e, em Bariloche a loja Taos cobra US$ 15 por dia. Também é possível sair do Brasil já com a roupa alugada: a Skilife, em São Paulo, cobra R$ 300 a semana.
-Para entrar tanto na Argentina, quanto no Chile, os brasileiros não precisam de visto. Basta apresentar o passaporte válido ou uma carteira de identidade oficial. Mas, atenção, o documento precisa ser novo e estar em excelente estado de conservação.
– Quem nunca esquiou não precisa se preocupar. Todas as estações oferecem escolas para iniciantes e possuem pistas fáceis para os alunos praticarem. A escola de Portillo, no Chile, é uma das mais famosas.
– Pesquise bem a estação escolhida. Há lugares mais focados na prática de esqui, que dão prioridade às pistas e infraestrutura, e outras que são como pequenas cidades — com lojas, noite badalada e variedade de restaurantes. “Em geral, os brasileiros viajam com a família e querem um lugar que agrade todo mundo. Por isso, as estações de Bariloche são – disparado – as que mais recebem brasileiros”, explica Daniel Gil da Fênix Operadora.
– Se quer praticidade de acesso às pistas, dê preferência às estações com ski-in/ski-out (acesso às pistas sem precisar de transporte), como: Termas de Chillan, Portillo e Valle Nevado, no Chile, e Las Leña na Argentina.
– Algumas pessoas sentem o “mal da montanha”, a partir dos 2.500 metros de altitude. Enjoo, dor de cabeça, cansaço, insônia ou palpitações podem ser alguns dos sintomas. A dica é se hidratar bem, principalmente nos primeiros dias. O corpo tende a se adaptar sozinho ao ar rarefeito.
– Nem sempre as estações mais caras são as mais luxuosas. Pode-se pagar mais pela privacidade, em lugares mais reservados. “Portillo é um lugar bem focado na prática de esqui, por isso é mais reservado, para uns 500 hóspedes. A infraestrutura é ótima, mas não há luxo. Não há nem televisão no quarto. No entanto, é mais caro que Las Leñas, por exemplo, que tem uma estrutura bem luxuosa, mas ao mesmo tempo atende quase 8 mil hóspedes”, explica Eduardo Gaz da Ski Brasil.
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