Outra atração turística que resgata o “holocausto negro” na ilha é o Cuevas di Hato, uma caverna usada por escravos fugidos. Localizado perto do aeroporto, o lugar tem 4.900 m², mas apenas 125 metros – lamentavelmente “urbanizados” – são abertos à visitação. Custa US$ 8 (adultos) e US$ 6 (crianças).
Um programa mais alegre é o Seaquarium, como o nome indica, uma espécie de aquário gigante. O ponto forte são os shows com golfinhos, três vezes ao dia. São curtos, mas divertidos. Para quem tem mais tempo e, especialmente, dinheiro, há quatro alternativas de maior interação com os gulosos 19 “flipers” – eles comem cerca de 15 quilos de peixe por dia – ou até com os sete leões marinhos do parque. Dá para optar por um simples encontro com os golfinhos em uma plataforma ou até nadar com os animais em mar aberto.
Quem prefere bichos menos fofinhos pode mergulhar para alimentar tubarões, por meio de um buraco em uma parede de vidro. A entrada custa US$ 18,50. Crianças pagam US$ 9,50.
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