Mais uma vez, há perplexidade e expectativa mundial em relação ao futuro do turismo, após os acontecimentos na Inglaterra. O 11 de setembro de 2001, nos Estado Unidos, já teve efeitos devastadores, e a recuperação foi lenta. Agora é a situação da Europa. O mundo se pergunta por que diferenças entre raças e credos e as ambições políticas podem levar a atos tão terríveis. Diante de tragédias de proporções inestimáveis, ninguém encontra resposta. A única coisa que todos sabem é que o mundo não quer mais sofrer com a intolerância, com a incapacidade de compreensão.
Todas as companhias aéreas internacionais estão recomendando aos passageiros para chegarem ao aeroporto pelo menos três horas antes do horário marcado para a partida e solicitando reduzam ao mínimo a bagagem de mão levada a bordo. Líquidos e substâncias pastosas de qualquer natureza não podem estar na bagagem embarcada nos balcões de check-in. As exceções são poucas.
O Brasil também deve pensar sobre a escalada da violência que ocorre no país. Chega de discursos e planos mirabolantes. As autoridades competentes devem encontrar soluções. Mas essa vontade não pode nascer apenas perto das eleições ou quando algum fato ocorre. É uma vontade que se deve manter viva ao longo dos 365 dias.
Nesta edição também trazemos uma reportagem sobre o hotel-fazenda Termas de Jurema Resort Hotel, a 136 quilômetros de Maringá, na região Noroeste do Paraná. Sua água subterrânea chega quente – 42°C – às piscinas do resort, que na alta temporada e nos feriados tem fila de espera.
Outra reportagem interessante é sobre o hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, eleito pela jornalista americana Patrícia Schultz, como um dos “1000 lugares para conhecer antes de morrer”.
Colunistas
Agenda
Animal


